Livros para ler nas férias, livros para ler na vida

31/12/2019

São tantas as opções, que não é fácil escolher, porém aqui está uma lista com 162 grandes títulos da literatura mundial, incluindo obras nacionais e latino-americanas.

A lista apresentada pela Revista Prosa, Verso e Arte tem por objetivo tanto estimular a leitura dos clássicos, como incentivar que os leitores e leitoras produzam suas próprias listas. Quais destes títulos você já leu, quais pretende ler e quais outros você colocaria numa lista pessoal?!

Aproveite este período de férias que se inicia para dar asas à imaginação e a viajar por um mundo de descobertas, de fantasia, de conhecimento, de emoções e de maravilhas produzidas pelo espírito humano para encantar e encher de significado nossas vidas.

O mundo está cheio de livros fantásticos que ninguém lê.”
– Umberto Eco

 

“Clássica é a obra que tem dimensão universal: consegue atravessar
gerações, fronteiras e nacionalidades, sem perder as suas características.”
– Renato Rocha (músico e compositor), em “O Que faz de uma obra um clássico?”. Revista Poiésis, n. 11, p.191-213, nov. 2008.

 

1. O Nome da Rosa – Umberto Eco (1980)

2. O Pêndulo de Foucault – Umberto Eco (1988)

3. O Estrangeiro – Albert Camus (1942)

4. A Peste – Albert Camus (1947)

5. Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley (1932)

6. 1984 – George Orwell (1949)

7. A Revolução dos Bichos – George Orwell (1945)

8. Os Irmãos Karamázov – Fiódor Dostoiévski (1880)

9. Crime e Castigo – Fiódor Dostoiévski (1866)

10. O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry (1943)

11. Por Quem os Sinos Dobram – Ernest Hemingway (1940)

12. Ulysses – James Joyce (1922)

13. Finnegans Wake – James Joyce (1939)

14. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis (1881)

15. Dom Casmurro – Machado de Assis (1899)

16. Guerra e Paz – Lev Tolstói (1867)

17. O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha – Miguel de Cervantes (1615)

18. O Amor nos Tempos do Cólera – Gabriel García Márquez (1985)

19. Cem Anos de Solidão – Gabriel García Márquez (1967)

20. Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa (1956)

21. Primeiras Estórias  – João Guimarães Rosa (1962)

22. A Hora da Estrela – Clarice Lispector (1977)

23. Um Sopro de Vida – Clarice Lispector (1978)

24. Madame Bovary – Gustav Flaubert (1856)

25. O Vermelho e o Negro – Stendhal (1830)

26. Em Busca do Tempo Perdido – Marcel Proust (1908)

27. Hamlet – William Shakespeare (1609)

28. Ilíada – Homero (século VIII a.C.)

29. Odisseia – Homero (século VIII a.C.)

30. Os Buddenbrook – Thomas Mann (1901)

31. A Montanha Mágica – Thomas Mann (1924)

32. Doutor Fausto – Thomas Mann (1947)

33. Capitães da Areia – Jorge Amado (1937)

34. As Flores do Mal – Charles Baudelaire (1857)

35. Som e a Fúria – William Faulkner (1929)

36. O Processo – Franz Kafka (1925)

37. A Metamorfose – Franz Kafka (1915)

38. A Terra Desolada – T. S. Eliot (1922)

39. O Príncipe – Maquiavel (1532)

40. O Tempo e o Vento – Erico Veríssimo (1985)

41. Vidas Secas – Graciliano Ramos (1938)

42. Os Miseráveis – Victor Hugo (1862)

43. Notre-Dame de Paris – Victor Hugo (1831)

44. O Pai Goriot (um dos principais livros de ‘A Comédia Humana’) – Honoré de Balzac (ca. 1829-1850)

45. Ilusões Perdidas (um dos principais livros de ‘A Comédia Humana’) – Honoré de Balzac (1843)

46. A Tarde de um Fauno – Stéphane Mallarmé (1876)

47. E o Vento Levou – Margaret Mitchell (1936)

48. Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll (1865)

49. Anna Karenina – Lev Tolstói (1877)

50. Emma – Jane Austen (1815)

51. Orgulho e Preconceito – Jane Austen (1813)

52. A Filha do Capitão – Alexander Pushkin (1836)

53. O Jogo da Amarelinha – Júlio Cortázar (1953)

54. Bonequinha de Luxo – Truman Capote (1958)

55. A Dama do Cachorrinho e outros contos – Anton Tchekhov (1889)

56. O Caçador de Pipas – Khaled Hosseini (2003)

57. Fausto – Johann Wolfgang von Goethe (1829)

58. Os sofrimentos do jovem Werther – Johann Wolfgang von Goethe (1774)

59. Rumo ao Farol – Virginia Woolf (1927)

60. Mrs. Dalloway – Virginia Woolf (1925)

61. Histórias Extraordinárias – Edgar Allan Poe (1924)

62. O Poço e o Pêndulo – Edgar Allan Poe (1842)

63. Ficções – Jorge Luis Borges (1944)

64. O Aleph – Jorge Luis Borges (1949)

65. Pedro Páramo – Juan Rulfo (1955)

66. Ensaio Sobre a Lucidez – José Saramago (2004)

67. Ensaio sobre a Cegueira – José Saramago (1995)

68. Um Delicado Equilíbrio – Rohinton Mistry (1955)

69. Os Vestígios do Dia – Kazuo Ishiguro (1989)

70. O Segundo Sexo – Simone de Beauvoir (1949)

71. Diante da Dor dos Outros – Susan Sontag (2003)

72. Lolita – Vladimir Nabokov (1955)

73. Os Paços de Ulloa – Emilia Pardo Bazán (1886)

74. Ponciá Vicêncio – Conceição Evaristo (2003)

75. Quarto de Despejo – Carolina Maria de Jesus (1960)

76. Robinson Crusoe – Daniel Defoe (1719)

77. O Lobo da Estepe – Herman Hesse (1927)

78. Demian – Hermann Hesse (1919)

79. A Ilustre Casa de Ramires – Eça de Queirós (1900)

80. Os Maias – Eça de Queirós (1888)

81. O Ateneu – Raul Pompeia (1888)

82. Triste Fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto (1915)

83. A Pedra do Reino – Ariano Suassuna (1971)

84. Macunaíma – Mário de Andrade (1928)

85. Grandes Esperanças – Charles Dickens (1861)

86. David Copperfield – Charles Dickens (1850)

87. Os Cadernos de Pickwick – Charles Dickens (1837)

88. Folhas de Relva – Walt Whitman (1855)

89. O Leopardo – Tomasi di Lampedusa (1958)

90. O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë (1847)

91. O Quinze – Rachel de Queiroz (1930)

92. O Canto do Pássaro – Sebastian Faulks (1993)

93. Poemas Completos – Herberto Helder (2013)

94. A Parte que Falta – Shel Silverstein (1976)

95. O Hobbit ou Lá e de Volta Outra Vez – J. R. R. Tolkien (1937)

96. O Sol é Para Todos – Harper Lee (1960)

97. Os Cantos – Ezra Pund (1925)

98. Cartas a um Jovem Poeta – Rainer Maria Rilke (1929)

99. Germinal – Émile Zola (1885)

100. A Redoma de Vidro – Sylvia Plath (1963)

101. A Náusea – Jean-Paul Sartre (1938)

102. Middlemarch – George Eliot (1871)

103. Canções da Inocência-Canções da Experiência – William Blake (1789)

104. Coração das Trevas – Joseph Conrad (1899)

105. Terra sonâmbula – Mia Couto (1992)

106. Livro do Desassossego – Bernardo Soares “Fernando Pessoa” (1913)

107. Feliz Ano Novo – Rubem Fonseca (1975)

108. O diário de Anne Frank – Anne Frank (1947)

109. Laranja Mecânica – Anthony Burgess (1962)

110. Tartufo – Molière (1664)

111. Paraíso Perdido – John Milton (1667)

112. O Capote – Nikolai Gogol (1842)

113. Doutor Jivago – Boris Pasternak (1957)

114.  Os Cus de Judas – António Lobo Antunes (1979)

115. A Máquina de Fazer Espanhóis – Valter Hugo Mãe (2010)

116. Retrato de Uma Senhora – Henry James (1881)

117. Sermões – Padre Antônio Vieira (ca. 1679 – 1697)

118. Trilogia das Barcas [Auto da Barca do Inferno (1527), Auto da Barca do Purgatório (1518) e do auto da barca da Glória (1519)] – Gil Vicente (1518 – 1527)

119. O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald (1925)

120. As Aventuras de Sherlock Holmes – Arthur Conan Doyle (1892)

121. A Época da Inocência – Edith Wharton (1920)

122. O Retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde (1890)

123. Memórias de Adriano – Marguerite Yourcenar (1951)

124. As Cidades Invisíveis – Italo Calvino (1972)

125. O Conto da Aia – Margaret Atwood (1985)

126. Os Lusíadas – Luís Vaz de Camões (1572)

127. A Menina que Roubava Livros – Markus Zusak (2005)

128. Assassinato no Expresso do Oriente – Agatha Christie (1934)

129. A Insustentável Leveza do Ser – Milan Kundera (1984)

130. Orlando Furioso – Ludovico Ariosto (1532)

131. Pais e Filhos – Ivan Turguêniev (1862)

132. On the Road – Jack Kerouac (1957)

133. A Morte de Virgílio – Hermann Broch (1945)

134. Metamorfoses – Ovídio (8 d.C.)

135. O Complexo de Portnoy – Philip Roth (1969)

136. Servidão Humana – William Somerset Maugham (1915)

137. Antes do Baile Verde – Lygia Fagundes Telles (1970)

138. Lavoura Arcaica – Raduan Nassar (1975)

139. Morte e Vida Severina – João Cabral de Melo Neto (1967)

140. O Arco e a Lira – Octavio Paz (1956)

141. Poemas – Konstantinos Kaváfis (ca. 1904)

142. Uma Temporada no Inferno – Arthur Rimbaud (1873)

143. Homens de Milho – Miguel Ángel Asturias (1949)

144. Pontos de Vista de um Palhaço – Heinrich Böll (1963)

145. Trópico de Câncer – Henry Miller (1934)

146. A Cidade e os Cachorros – Mario Vargas Llosa (1962)

147. Auto de Fé – Elias Canetti (1935)

148. O Apanhador no Campo de Centeio – J. D. Salinger (1951)

149. Ensaios – Michel Montaigne (1580)

150. Confissões – Agostinho de Hipona (ca. 397 – 400 d.C.)

151. A Divina Comédia – Dante Alighieri (ca. 1304-1321)

152. Cândido ou O Otimismo – Voltaire (1759)

153. 200 Crônicas Escolhidas – Rubem Braga (1977)

154. Fazenda Maldita – Stella Gibbons (1932)

155. Genji Monogatari – atribuído a Murasaki Shikib (início do século XI)

156. A Ilha Misteriosa – Julio Verne (1874)

157. Viagens de Gulliver – Jonathan Swift (1726)

158. Tom Jones – Henry Fielding (1749)

159. Elogio da Loucura – Desidério Erasmo (ca. 1509-1511)

160. Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas (1844)

161. Decamerão – Giovanni Boccaccio (ca. 1348-1353)

162. Kim. Rudyard Kipling (1865-1936)

A permanência.
Que se torna referência e influencia
novas gerações.
Que fica inesquecível.
Aquela obra que a cada vez que se olha,
surpreende, não envelhece.
A obra que fica na memória,
que não se esquece. 
– Ascânio MMM (Escultor, Arquiteto), em “O que faz de uma obra um clássico?”. Revista Poiésis, n. 11, p.191-213, nov. 2008.

 

Para sobreviver é preciso contar histórias.” 
– Umberto Eco

 *Publicado originalmente pela Revista Prosa, Verso e Arte 

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Fonte: Revista Prosa e Verso

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